Alunos do sexto semestre de Engenharia de Computação participam de vivência prática de processo seletivo

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Como parte de uma das últimas atividades da matéria neste semestre, estudantes da disciplina Gestão e Liderança de Equipes, ministrada pela professora e especialista em Gestão de Pessoas Maria Cristina Pereira Matos, participaram recentemente de uma dinâmica de grupo simulada com o intuito de fomentar o trabalho em equipe. Conduzido para alunos do sexto semestre do curso de Engenharia de Computação, o exercício também visou proporcionar uma vivência prática nos mesmos moldes de um processo seletivo real.

Uma das idealizadoras do Núcleo de Desenvolvimento e Gestão de Carreira (NDC) da universidade, com mestrado e doutorado na área de Recursos Humanos e pós-doutorado pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Maria Cristina explica que, após uma breve apresentação de três teorias ligadas ao tema, os alunos foram divididos em equipes para resolver uma determinada tarefa por ela proposta: “O objetivo maior foi justamente observar o processo de pensar e agir em grupo, que é o que as empresas tentam identificar quando querem formar equipes. E tudo pode ser alvo de observação, como, por exemplo, quem lidera, quem usa a criatividade e quem tem iniciativa”.

A professora acrescenta ainda que, através da vivência prática proposta, os alunos puderam compreender o que pode ser extraído da simples observação do comportamento das equipes em uma atividade dessa natureza.

“Para as empresas, o mais importante não é o resultado propriamente dito da tarefa, e sim como foi obtido através do processo, o que está diretamente ligado às atitudes dos participantes”, revela Maria Cristina, que também é pró-reitora acadêmica da universidade. “Analisando o desenvolvimento da atividade, podemos observar, por exemplo, se houve divisão de tarefas, analisar se existiu um trabalho de convencimento na definição do caminho a ser seguido para a conclusão do desafio proposto, ou se cada membro da equipe, fechado em torno de si, trabalhou para achar o ‘seu’ próprio resultado sem a participação coletiva”, conclui.