Colégio Santa Cecília realiza formatura da Educação Infantil

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Por Beatriz Pereira – estágio acadêmico 

Com todos os alunos de máscara e apenas dois integrantes da família, assim foi a formatura do Jardim II da Educação Infantil do Colégio Santa Cecília, realizada na tarde de quarta-feira (25/11), no ginásio Laerte Gonçalves, com a participação de 17 alunos, das turmas A e B, seguindo todos os cuidados necessários para prevenção do novo coronavírus.

Diante de um ano tão atípico e desafiador para pais, alunos e professores, a comemoração, que teve duração de aproximadamente 40 minutos, foi cheia de emoções. Teve apresentação de dança – em que cada formando se apresentou pertinho dos pais – e discursos da coordenadora do Ensino Fundamental, Andrea Relva, da diretora Marilisa Grottone e de um dos pais presentes, o advogado Luiz Felipe Aulicino, pai da Ana Helena, de 6 anos.

Agradecimento de um dos pais

“Presenciei a obstinação dessas professoras, dessas mães, do Colégio Santa Cecília em educar. Ver que, mesmo a distância, sua filha de 5 anos conseguiu aprender a ler e a escrever, você percebe que há um diferencial muito grande nos professores. Então, me senti quase que compelido a fazer esse agradecimento ao corpo docente da escola”, diz o advogado.

Segundo a coordenadora Andrea Relva, fazer a celebração não estava nos planos, mas com a mudança dos protocolos foi possível encerrar o ciclo na vida dos pequenos. “Achamos essa forma de fazer e receber nossos alunos, mesmo que sem poder tocá-los, apenas olhar. E com carinho conseguimos organizar tudo para poder recebê-los.”

Para a professora da turma B, Alexandra Soares Azifu, o momento foi importante para a educação e desenvolvimento dos formandos. “Por mais que seja um pouquinho, que seja breve, eles precisam sentir esse carinho da escola, dos professores, tanto para a felicidade deles quanto para o rito de passagem.”

Os abraços na entrega dos canudos tiveram que ser adiados, mas a emoção e a alegria foram as mesmas de antes. Para a bancária Julianna Santos Costa, mãe do Miguel de 6, foi mais intenso ainda. Ela, que é ceciliana desde os quatro anos de idade, afirmou ser nostálgico e gratificante ver o filho ali. “Lembrei a minha infância e espero que meu filho viva tudo de bom que vivi aqui dentro e muito mais.”