Marilisa Grottone, diretora-geral do Colégio Santa Cecília, é destaque no jornal Folha de S. Paulo

18

Professora da Universidade Santa Cecília, Maria Cristina Pereira Matos, também foi fonte da matéria

A diretora-geral do Colégio Santa Cecília, Marilisa Grottone, recebeu destaque em matéria da Folha de S. Paulo intitulada como “Apesar de desprezo da geração Z, sonho dourado da CLT ainda sobrevive”, publicada no dia 2 de fevereiro.

Para Marilisa, o tema é uma alteração de mentalidade que observou crescer ao longo dos últimos tempos. “Ela é diretora-geral do Colégio Santa Cecília, em Santos, desde 1980. Diz que, por trabalhar todos os dias com crianças e adolescentes, percebe que a maneira de ver o mundo mudou”, ressaltou a matéria.

A profissional entrou no colégio aos 16 anos, em 1962, como auxiliar de administração. Depois virou professora, antes de assumir a diretoria. De acordo com o jornal, Marilisa não pensou em demissão nem quando passou em concurso público para dar aulas em escolas estaduais.

“Talvez não entendam que alguém possa ficar tanto tempo no mesmo lugar. Mas é a minha realização pessoal. No primeiro momento em que entrei no [colégio] Santa [Cecília], foi amor à primeira vista. Vivo mais o Santa do que a minha própria casa. Tenho avôs que trazem os netos aqui e foram meus alunos. Você não tem noção de como isso é gratificante. Minha vida é isso”, afirmou a diretora-geral.

Além disso, a professora da Universidade Santa Cecília – Unisanta, Maria Cristina Pereira Matos, também contribuiu para o texto. De acordo com ela, “a geração Z prioriza fatores como saúde mental e equilíbrio, o que desafia uma cultura de esgotamento que muitas vezes era aceita pelas anteriores. Essas pessoas valorizavam mais a segurança de um emprego formal, a lealdade à empresa e viam o trabalho árduo como caminho para a ascensão social”.

Confira a matéria completa abaixo: