A atividade substituiu a P1, primeira avaliação bimestral, do segundo semestre.

Em uma iniciativa interdisciplinar que une os cursos de Jornalismo, Direito e Inteligência Artificial da Universidade Santa Cecília (Unisanta), estudantes do 3º ano de Jornalismo participaram, nesta terça-feira (1º/9), de um júri simulado para julgar os impactos da Inteligência Artificial na comunicação. A atividade aconteceu no Consistório da instituição.

Idealizada pela docente Kátia Locatelli, que leciona Comunicação Corporativa e Institucional no curso de Jornalismo, a atividade substituiu a prova P1 (primeira avaliação bimestral), com o objetivo de treinar os futuros jornalistas na pesquisa, na argumentação, na oralidade e na apresentação perante o público.

Ao todo, 29 alunos participaram, divididos em Acusação, Defesa e Conselho de Sentença, e precisaram estruturar suas teses sobre três eixos centrais que desafiam o ecossistema da comunicação: Fake News, Desemprego no Setor e Falta de Sensibilidade e Discernimento.

“A ré é a inteligência artificial com foco nos impactos da comunicação, notadamente jornalismo e assessoria de imprensa. Tive essa ideia porque Inteligência Artificial é um tema atual, relevante e de máximo interesse para a Comunicação”, explica Kátia.

O projeto foi desenvolvido em conjunto com o professor Marcelo Henrique Gazolli, docente de Direito, que articulou a participação do curso e indicou o professor Artur Fontes de Andrade para atuar como juiz no tribunal simulado.

A dimensão tecnológica, por sua vez, contou com o suporte do curso de Inteligência Artificial, coordenado pelo Prof. Me. Luis Fernando Bueno Mauá. Representando a graduação esteve o professor Lucas Rodrigues, que esclareceu aos jurados e à plateia o funcionamento prático e os bastidores operacionais dos algoritmos generativos, garantindo embasamento técnico rigoroso às discussões.