Usando programação e laboratórios, a equipe do Colégio Santa Cecília produziu um protótipo de robô-garçom para a maior competição de robótica do país.

Falta um dia para a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que acontece neste sábado (15), na Unisanta. Os alunos que representarão o Colégio Santa Cecília estão nos últimos ajustes do robô que participará da competição.

Além do aspecto competitivo, a OBR incentiva os jovens a seguir carreiras científico-tecnológicas, desenvolvendo competências como pensamento crítico e computacional, trabalho em equipe, gestão de tempo e inteligência emocional.

Guilherme Silva Ribeiro, do 3º ano C, esclarece que a ideia de participar da competição surgiu de um convite feito pelo professor Me. Luis Fernando Bueno Mauá. A partir desse momento, o grupo passou a debater o projeto e qual problema ele poderia resolver.

“A gente se inspirou bastante naqueles atendentes e autoatendentes de supermercado, comuns em outros países, e achamos muito interessante. Começamos a investir nesse estilo de robô, de garçom, e chegamos ao protótipo que estamos produzindo agora”, afirma o aluno.

Durante a apresentação, o robô irá ‘atuar’ junto à equipe em uma história fictícia, com roteiro e cenas específicas que precisará cumprir. “Ele vai vir, entregar comidas cenográficas que os outros atores pedirem e sair de cena também”, conta.

Para construção do robô, o grupo, composto também por Daniel Augusto Silvestre dos Santos, Nicholas Eiras Pereira e James Matheus Tertoliano de Araújo, utilizou diversos ambientes do Complexo Educacional Santa Cecília, como a Sala Maker do colégio, as salas de informática e o InovFabLab, laboratório de inovação.

“Eu estou mais na parte do código e do projeto, com o Arduino. O Daniel foi responsável pelo código do EV3. Junto com o James, eles projetaram o esqueleto do robô. O Nicholas e o James ficaram responsáveis pelo corte e pelos painéis de papelão. E agora estamos planejando o corte de EVA para fazer a roupinha dele”, explica Guilherme.

A participação dos alunos será a primeira na competição e, independentemente do resultado, já deixa um legado na instituição. “Eu estou bastante ansioso para a OBR e espero que dê tudo certo. Que a gente consiga produzir algo legal que não só garanta uma vaga nas finais, mas também sirva de inspiração para quem quer participar da OBR e da sala maker”, projeta o estudante.

Confira tudo sobre a Olimpíada na matéria “Unisanta será sede da Olimpíada Brasileira de Robótica”